Relatório VII - 29/5/14 (IV Pilares)

Aula VII

Técnica:

Técnica da Aquarela, azul e vermelho (polaridades: frio e o calor) + secundárias e marrom a partir do verde, a partir do roxo, a partir do alaranjado.

Material:

Canson A4, Pincéis chatos macios no. 18, tintas (3 cores primárias), base impermeável, potes para água, bandeja para mergulhar papel, esponjas, potes para diluição da tinta, panos.

Participantes:

Henrique, 13, Matheus, 15 (Gabriela esteve ausente)

Recursos Humanos:

Deriana Miranda – professora

Regiana Miranda – apoio

Tema:

O Sacrifício de Odin

Caminho:

Passo I

Revisão da história das Nornas por Henrique.

Contação do Sacrifício de Odin – ‘tudo o que eu quero para mim requer de mim um sacrifício’ ‘Odin imola-se a si mesmo e para si mesmo’

Passo II

Pintura I: o sangue de Odin pingando em fundo escuro. (azul e vermelho)

Pintura II: Odin pendente da Yggdrasil (2a pintura da grande árvore e com Odin)

Caminho:

Henrique aproveitou muito a descrição do auto-sacrifício de Odin. Interrompeu mais de uma vez a história para perguntar por que ele tinha se sacrificado. ‘Para ser melhor do que era no princípio’. Perguntou também quem exigiu o sacrifício. ‘Foi de si para si.’

Henrique apreciou muito mais a forma do que a pintura somente em cores – ele mostra que se sente seguro na distância que a forma proporciona muito mais do que entregue somente ao impulso das cores.

Mostrou-se intrigado com a força masculina de Odin, com a ocorrência do imolamento sem que ninguém o exigisse.

Apreciou muito mais o universo masculino do que o feminino (das Nornas – onde eram descritas as qualidades femininas). o vigor e a violência controlada na história de Odin lhe empolgaram mais.

Já na lembrança da história das Nornas, ele contava do gesto da pintura e não lembrava da descrição das três mulheres – mãe, jovem sedutora e bruxa). Lembrava de que ‘o azul era redondo, que o verde era curvo e que o amarelo era reto.’ Isso pode sugerir a necessidade de resgate do equilíbrio entre estes dois universos: o feminino e o masculino. A sede de contemplar em si a parte de expressão externa tanto quanto a fonte contentora interna. Esta sequência de histórias (Nornas – o feminino; e Odin – o masculino) foi muito apropriada para ele.

Aula VIII: Guerra entre Vanires e Aesires.